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O poder dos acessórios femininos

Usar acessórios femininos é rotina, já não é mais aquela frescura de divisão de classe social quando apenas a nobreza usava como símbolo de status social.

Atualmente, as classes sociais mais baixas consomem, e muito, as bijuterias a partir de R$ 2,99 vendidas nos calçadões dos grandes Centros comerciais e, olhem lá, tem muitos modelos bonitos.

Claro que, existem diferenças entre as bijuterias, semijoias e as joias. Assim como, também existem notórias diferenças entre as bijus das barraquinhas dos calçadões e bijuterias banhadas, bem tratadas, ou seja, com qualidade. O destaque aqui não é sobre a qualidade, mas sim sobre seu significado no dia a dia.

As clientes Dona Nina Design Moda dizem que as bijuterias dão poder, elevam a autoestima, completam o look, ficam mais femininas, entre outras coisas que, eu, como homem beirando meus quarenta anos de idade e vivendo esse universo há quase uma década, ainda me surpreendo com cada declaração que recebemos ao longo das semanas.

Quando ainda morava no Rio de Janeiro, fiz algumas entregas nas casas das clientes durante aqueles poucos meses de pandemia crítica, com atrasos dos Correios, enfim. Cada entrega era uma surpresa, pois era recebido com alegria, euforia, um misto de ansiedade com curiosidade. As entregas foram acontecendo e eu mesmo fiquei curioso com aquilo tudo e passei a buscar mais informações sobre o real sentimento que as mulheres sentem ao receber suas bijuterias, ou melhor, ao usá-las.

Lembro que, anos atrás, quando ainda tínhamos nossa loja física na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, uma cliente comentou que não curtia investir em novas roupas, mas adorava comprar muitos acessórios. Curioso, não é?! Ela disse que os acessórios dão mais vida que as roupas. Essa cliente pode ser uma exceção, visto que a maioria esmagadora das mulheres gosta muito de comprar roupas novas. Minha esposa ainda tem roupa com etiqueta comprada em 2017, mas não comentem sobre isso.

Não sou designer de moda, aliás, passo longe de qualquer entendimento de moda. Minha esposa passou a comprar minhas roupas, pois não aguentava mais as minhas combinações, quase um Augustinho Carrara da extinta série A Grande Família. Mas uma coisa é fácil perceber, a mulher quando veste uma roupa nova ela, na verdade, avalia o corte, o caimento, as curvas, o volume, a leveza do pano, o conforto, se a deixou mais magra ou mais cheinha, mas ainda assim se sentem com o look incompleto.

Posso estar errado, mas percebo que a roupa nova, ou melhor, o ato de vestir a roupa é apenas o início, o pontapé inicial para a tradicional aventura feminina em decidir qual look usar naquelas poucas horas da noite, e que tal aventura só termina com a escolha definitiva dos brincos, colares, pulseiras e anéis.

Acredito que, o sapato seja o mais simples na escolha. A roupa é fundamental, mas são os acessórios femininos que dão o tchan! Entendeu?!

Com acessórios, com tchan! Sem acessórios, sem tchan!

Há quem diga que o tchan é o poder. Tem que dar o tchan! A mulher só sai de casa depois do tchan! E o homem, já arrumado há horas, fica torcendo para o tchan acontecer logo.

Já li declarações de clientes dizendo que passaram a usar mais bijuterias da Dona Nina Design Moda, pois elevou sua autoestima. Busquei uma definição simples sobre autoestima e entendi melhor esse tipo de declaração. Autoestima é a imagem e a opinião, positiva ou negativa, que cada um tem e faz de si mesmo.

Acho que, a autoestima tem a ver com o tchan. É até meio difícil, pra mim, fazer uma conexão entre a autoestima e um par de brincos ou um colar. Eu só uso boné. Minha esposa odeia meu boné. Acho que ela já pensou em liquidá-lo algumas vezes, mas o uso com mais frequência quando meu cabelo está grande. Não tenho muita paciência em ficar penteando cabelo, homem é prático, basta colocar o boné que fica “penteado”. Mas não me sinto atraente por estar usando um boné, apenas o considero útil.

Para a mulher é diferente, os acessórios femininos completam algo. O boné não completa nada, apenas me tira o trabalho de ficar penteando o cabelo, mas a mulher gosta do trabalho de se arrumar, de escolher o look, de escolher a dedo as bijuterias para deixar o look impecável. E tem mulheres que aproveitam usar um boné para saírem bem, com estilo, nas fotos do Insta.

Esta semana escutei minha esposa, "estou com saudade de me arrumar". Ou seja, elas gostam disso. É um sofrimento gostoso, prazeroso, passam horas analisando, tiram e colocam roupas, não se cansam, reclamam dizendo que não tem roupa para usar (com o armário cheio), mas continuam na batalha do look perfeito.

Será que a mulher precisa do tchan para se sentir mais feminina? Ou um tchan bem montado a faz sentir-se mais poderosa? Por favor, isso aqui não é uma discussão sobre feminismo.

Já andei muito de Metrô quando morava no Rio e ficava reparando as mulheres. Depois que montamos a Dona Nina, passei a reparar nos modelos de brincos, colares, anéis e pulseiras que as mulheres usavam no dia a dia. Do brinquinho mais simples ao colar mais exuberante, a mulher não sai de casa sem que tenha algo pendurado em seu corpo.

Um gerente de um amigo meu, certo dia comentou, “homem não sai de casa sem cinto”, não sei se isso é uma regra masculina, mas é uma regra para a mulher: vai sair, use acessórios. Pelo menos para a maioria.

Claro que existe o uso de marcas específicas de acessórios femininos para mostrar aquela diferença na classe social, mas independentemente de qual degrau a mulher está, ela vai pensar na combinação do vestido estampado com um belo par de brincos e um mix de pulseiras para sair a noite.

Para o homem é muito simples, tênis, calça, blusa e um relógio, se tiver um. No meu caso é o boné, mas só quando o cabelo está grande. Para a mulher existe um checklist extenso, já reparou? Começa no shampoo e condicionador que usarão no banho, saem do banheiro com uma toalha no corpo, uma na cabeça e uma para enxugar as mãos, abrem as 5 portas do armário e iniciam a saga da combinação roupa com acessórios, um tempão para deixar a maquiagem perfeita, a escolha do sapato, bolsa e perfume. Ufa! Montado o tchan!

E para cada local, um checklist diferente, tudo para alcançar o tchan praiano ou tchan noturno ou tchan romântico ou tchan baladeiro ou o tchan fisga crush, sentir-se poderosa e mais feminina.

As bijuterias têm poder. Nós homens só sabemos sobre futebol e vídeo game.

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